Autor: Patrícia Librenz

Mãe da Envy e do Gatão. Gaúcha radicada em Foz do Iguaçu. Revisora de textos compulsiva, apaixonada por dicionários. Eternamente frustrada por não ter cursado jornalismo. A diferentona intolerante a glúten, a grosserias e a licenças poéticas. A louca dos pallets. Doida por vermelho. A chata que prefere vinho a cerveja. A esquisita que não assiste a séries. Dona da gargalhada mais escandalosa da UNILA. A metidinha que só frequenta balada rock. Fã de Machado de Assis e Jorge Luis Borges, mas ignorante de Clarice Lispector. Não necessariamente nessa ordem.
Amor é prosa

Dormir de conchinha

Eu não gostava de dormir de conchinha. Achava incômodo, não conseguia encontrar uma posição em que o braço do meu companheiro não desafiasse o meu conforto e, no dia seguinte, sempre acordava com torcicolo! Era BATATA! Considerava a tal conchinha uma afronta à qualidade do meu sono, e uma baita hipocrisia dessa sociedade que cultua um romantismo desmedido e opressor.

Amor é prosa

De repente…

De repente, quando você não tiver mais medo das afinidades, apreciará cada uma. E as diferenças, também. E então só vai desejar que ele – aquele sentimento que parecia ter ido embora com a última pessoa que te machucou – esteja voltando… E de repente, o que era encantamento vira paixão; e o que era paixão pode até virar amor.